LIÇÃO 11 - SENDO CAUTELOSOS NAS OPRESSÕES

LIÇÃO 11 - SENDO CAUTELOSOS NAS OPRESSÕES

Texto Áureo: “Sede, pois, misericordiosos, como também vosso Pai é misericordioso (Lc 6.36)
Leitura Bíblica em Classe: Mateus 7.1-6

Introdução: Usar cautela em nosso tratamento e convivência com os nossos irmãos, é o que Jesus está ensinando na sequência do sermão do monte usando de alguns princípios que devemos praticar fazendo parte do corpo de Cristo. Uma regra básica destacada é tratar os outros como desejamos ser tratados, supondo que, como desejamos o melhor para nós mesmos, também devemos desejar o melhor para os nossos irmãos. Adotando esta prática estamos nos qualificando como pessoas misericordiosas, como o nosso Deus é misericordioso, adquirindo uma similaridade com Ele na questão de caráter. Esta é uma virtude que não ficará somente neste plano terreno, pois o nosso caráter vai permanecer por toda eternidade. Colhemos o que semeamos na mesma proporção, como também se julgarmos, seremos julgados, se perdoarmos, seremos perdoados, se condenarmos, seremos condenados e, essa é uma condicional que envolve o tratamento que receberemos de acordo com nossas atitudes. 
1. A PRIMEIRA ORDEM É SE DESPOJAR DO HÁBITO DE JULGAR OS OUTROS.
Mateus 7.1 – Não julgueis, para que não sejais julgados, Mateus 7.2 – porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós.
Algo muito importante que precisa ser entendido e que muitos ignoram na questão de julgar alguém, é que já estamos sendo julgados por todos atos praticados que vão contra a palavra de Deus. Portanto antes de julgar alguém, em primeiro lugar temos que julgar a nós mesmos, com um exame introspectivo para saber como é que está a nossa vida espiritual. Ou seja, se estamos vivendo na carne, ou no espírito. Os fariseus queriam fazer o papel de Deus, julgando pessoas e condenando a revelia, sem se conscientizar que também estavam sendo julgados nas suas atitudes pelo Senhor que é onisciente. Ao julgarmos outras pessoas proferindo palavras contra algo que não concordamos, na realidade da mesma forma que estamos julgando e pela medida a qual fazemos esse julgamento caímos na lei da semeadura e da colheita, pois iremos ceifar aquilo que semeamos. Coisas que são repreensíveis e que todos nós em algum momento da vida, ou mais grave os que o fazem costumeiramente, é falar mal do nosso irmão; desprezá-lo, ou fazer pouco dele; não julgar precipitadamente. Isso ocorre algumas vezes, por ciúme ou inveja não reprimida. Não podemos também qualquer julgamento de alguém com intenções maldosas, ou impiedosas com o intuito de prejudicá-lo, para atingirmos algum interesse próprio. A prerrogativa de julgar o coração dos outros, com qualquer intenção que seja, não compete a nós e, sim somente a Deus. O que temos que fazer não é acusar alguém pelo seu modo de ser, mas sim aconselhar, mas sem nunca julgar. Deus não nos colocou como juiz acima dos outros, e não nos devemos querer nos definir como juiz acima dos outros, tendo consciência de que o juízo de Deus é contra os que praticam tais coisas.
2. A SEGUNDA ORDEM É PARAR DE CRITICAR SEM UMA VISÃO DE SI MESMO.
Mateus 7.3 – E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão e não vês a trave que está no teu olho? Mateus 7.4 – Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu? Mateus 7.5 – Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e, então, cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão.
Quem se coloca com espírito crítico e julgador está tendo uma visão errada de Deus, o que é o supremo juíz, e nesta situação também está tendo uma visão errada dos outros e por ignorância de sí próprio. Na comparação que Jesus faz do cisco no olho de alguém e uma trave no olho do outro, significa na realdade, é que o pecado do crítico é muito maior do que o pecado de quem acusa é muito maior que o pecado do acusado. Geralmente quem tem o hábito de acusar os outros, tem grande possibilidade de estar escondendo ou querendo se justificar do próprio pecado e acaba se aliviando apontando o pecado dos outros. Quem pratica a auto-justiça, como os fariseus faziam, estão incorrendo no pecado com uma visão distorcida, sem olhar para o seu próprio pecado, e com isso acabam confiando em si mesmo e não em Deus. A pessoa hipócrita se acha santa e não vê o pecado em sua vida, e não sente a necessidade de se redimir movido pela sua cegueira espiritual. É o tipo que só quer tirar o cisco do olho dos outros, mas como tem uma trave no seu olho, ele não enxerga o que está errado em sua vida. É tirando a trave dos nossos olhos que vamos ter uma visão, limpa e clara, para vermos o pecado do nosso irmão, não de uma forma crítica, mas sim de alguma forma podermos ajudá-lo. Todos nós temos falhas, fragilidades e necessidades, e temos que reconhecer isso com toda humildade, pois se assim não for, somos considerados mentirosos. Se surpreendemos alguém em alguma falta, temos que agir como seres espirituais, e corrigir o tal com espírito de mansidão.
3. A TERCEIRA ORDEM É NÃO COMPARTILHE A PALAVRA COM ANTAGÔNICOS.
Mateus 7.6 – Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis aos porcos as vossas pérolas; para que não as pisem e, voltando-se, vos despedacem.
Naqueles tempos era raro alguém ter cães domesticados, principalmente os judeus. Os cães que existiam na época eram arredios e selvagens, como também raivosos e sujos. Era comum que esses cães, atraídos pelo cheiro da carne dos animais sacrificados no altar do templo, ficassem aguardando uma oportunidade para abocanhar alguma sobra, ou que alguém jogasse um pedaço para eles. Como aquela carne do sacrifício era considerada santa, não era permitido que dessem qualquer pedaço que fosse para estes animais, pois tal ato seria caracterizado como profanação. Quanto aos porcos entre os judeus, eram considerados animais imundos, que na época se alimentavam de restos de lavagens, ou seja, comiam tudo que viam pela frente. Porém se alguém desse pérolas para eles, de modo algum comeriam. Cães e Porcos representam indivíduos que por sua grande estupidez, ignorância, se recusam a dar ouvidos às coisas santas e preciosas que vem de Deus. Não se deve perder tempo com aqueles que rejeitam o evangelho e até mesmo ridicularizam com zombarias. O que temos que fazer é o que Jesus ensinou quando nos deparamos com esse tipo de situação; que é sacudir o pó das sandálias e levar para os que de bom grado nos recebem. Não devemos desperdiçar a palavra de Deus, que é santa e como preciosas pérolas, com tentativas inúteis com aqueles que zombam e blasfemam do bem mais precioso que o Evangelho proporciona que é a salvação eterna. 

Esboço e Comentário é elaborado exclusivamente pelo texto bíblico da lição.
Pastor Adilson Guilhermel

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