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terça-feira, 1 de dezembro de 2020

Lição 10 - A Última Defesa de Jó

Lição 10 - A Última Defesa de Jó

TEXTO ÁUREO: “Ou não vê ele os meus caminhos e não conta todos os meus passos?” (Jó 31.4)

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Jó 29.1-5; 30.1-5; 31.1-5

Jó 29.1 - E, prosseguindo Jó em sua parábola, disse: Jó 29.2 - Ah! Quem me dera ser como eu fui nos meses passados, como nos dias em que Deus me guardava!

Jó 29.3 - Quando fazia resplandecer a sua candeia sobre a minha cabeça, e eu, com a sua luz, caminhava pelas trevas; Jó 29.4 - como era nos dias da minha mocidade, quando o segredo de Deus estava sobre a minha tenda; Jó 29.5 - quando o Todo-Poderoso ainda estava comigo, e os meus meninos, em redor de mim;

Jó 30.1 - Mas agora se riem de mim os de menos idade do que eu, e cujos pais eu teria desdenhado de pôr com os cães do meu rebanho.

Jó 30.2 - De que também me serviria a força das suas mãos, força de homens cuja velhice esgotou-lhes o vigor?

Jó 30.3 - De míngua e fome se debilitaram; e recolhiam-se para os lugares secos, tenebrosos, assolados e desertos.

Jó 30.4 - Apanhavam malvas junto aos arbustos, e o seu mantimento eram raízes dos zimbros.

Jó 30.5 - Do meio dos homens eram expulsos (gritava-se contra eles como contra um ladrão),

Jó 31.1 - Fiz concerto com os meus olhos; como, pois, os fixaria numa virgem?

Jó 31.2 - Porque qual seria a parte de Deus vinda de cima, ou a herança do Todo-Poderoso desde as alturas?

Jó 31.3 - Porventura, não é a perdição para o perverso, e o desastre, para os que praticam iniquidade?

Jó 31.4 - Ou não vê ele os meus caminhos e não conta todos os meus passos?

Jó 31.5 - Se andei com vaidade, e se o meu pé se apressou para o engano.  

Esboço e Comentário em preparação...aguardem
Pastor Adilson Guilhermel 

sexta-feira, 27 de novembro de 2020

Lição 9: Jó e a Inescrutável Sabedoria de Deus


 Lição 9: Jó e a Inescrutável Sabedoria de Deus

Trimestre: 4° trimestre de 2020 – CPAD – 29 de Novembro de 2020
Texto Áureo: “Mas disse ao homem: Eis que o temor do Senhor é a sabedoria, e apartar-se do mal é a inteligência.”  (Jó 28.28)
Leitura Bíblica em Classe: Jó 28.1-28

Introdução:  Não podemos igualar sabedoria com conhecimento, pois conhecimento nós procuramos adquirir através de meios disponíveis ao nosso alcance para toda uma diversidade de atividades. Já a sabedoria não se busca ou se encontra nos meios disponíveis que estejam ao nosso alcance, pois a sabedoria é uma prerrogativa divina e oculta nele, portanto inacessível ao alcance do homem. Não se adquire sabedoria por meio de tecnologias, rituais ou cerimônias religiosas. Sendo algo oculto em Deus, o homem só poderá alcançar, se tiver acesso a Ele, pois de outra maneira isso é impossível. Homens e Mulheres de Deus da Antiga Aliança que tinham acesso a Deus receberam porção da sua sabedoria para desenvolverem o ofício que lhes foram atribuídos. Tal como Salomão, o qual Deus deixou que ele escolhesse algo para o início do seu reinado e Salomão escolheu que o Senhor lhe desse sabedoria, o que agradou muito ao Senhor. Na nova aliança a sabedoria só é dada aos remidos do Senhor e Ele mesmo disponibiliza para todos, desde que a peçam com fé e com propósitos de fidelidade em servir no Seu reino: Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida. Tiago 1.5. A Sabedoria é o uso correto do conhecimento, ou seja, A sabedoria é a revelação do conhecimento. Desse modo quem não busca o conhecimento das escrituras sagradas, pode até pedir sabedoria, mas não a receberá, pois ela depende do conhecimento.
1. A extensão das descobertas humanas envolve o princípio inteligente que é atributo do espírito.
Jó 28.1 – Na verdade, há veios de onde se extrai a prata, e, para o ouro, lugar em que o derretem. Jó 28.2 – O ferro tira-se da terra, e da pedra se funde o metal. Jó 28.3 – O homem pôs fim às trevas e até à extremidade ele esquadrinha, procurando as pedras na escuridão e na sombra da morte. Jó 28.4 – Trasborda o ribeiro até ao que junto dele habita, de maneira que se não pode passar a pé; então, intervém o homem, e as águas se vão. Jó 28.5 – A terra, de onde procede o pão, embaixo é revolvida como por fogo. Jó 28.6 – As suas pedras são o lugar da safira e têm pós de ouro. Jó 28.7 – Essa vereda, a ignora a ave de rapina, e não a viram os olhos da gralha. Jó 28.8 – Nunca a pisaram filhos de animais altivos, nem o feroz leão passou por ela. Jó 28.9 – Ele estende a sua mão contra o rochedo, e revolve os montes desde as suas raízes.
O homem não é capaz de alcançar a sabedoria por seus próprios esforços, isto porque, a sabedoria é um atributo de Deus. A bíblia diz que nos últimos tempos a ciência se multiplicaria e isso é notório onde vemos a evolução tecnológica e científica, com realizações extraordinárias. Porém com todos esses atributos, a qual o homem evoluiu, não foi possível a ele ter a capacidade de abrir os tesouros de conhecimento da sabedoria divina. Isto porque, os tesouros da sabedoria divina só é possível alcançar por revelação do próprio Deus, portanto inacessível para o homem sem Deus. Jó era dotado de sabedoria divina, dentro de tudo o que Deus revelava a ele, isso porque, o temor que tinha em relação ao Criador fazia dele um homem com sabedoria transcendental, o que não tinha os seus amigos. Na sua fala Jó demonstra a extensão das descobertas humanas, mas não com a sabedoria divina e sim pela quantidade de conhecimento que os homens vão adquirindo com investigação e engenhosidade. Ele fala da exploração pelo homem das riquezas que estão ocultas nos subsolos, nas cavernas, as quais exigem muito esforço e sofrimento para obter essas riquezas, como o ouro, a prata, as pedras preciosas e uma diversidade de metais. Isso mostra que as cavernas da terra podem ser descobertas, mas não os conselhos de Deus. Da terra também procede o trigo que se produz o pão, que é o sustento necessário para a nossa vida. Obtemos o nosso alimento da terra, também o nosso combustível para alimentar o fogo para cozer o alimento. Deus na Sua sabedoria colocou estas riquezas do reino mineral, fora do alcance da nossa visão, para que isso não seja a nossa prioridade e nem dedicar os nossos corações a elas como fonte dos nossos desejos. Porém em relação aos alimentos ele colocou na superfície dentro do ângulo da nossa visão, pois é dele que o homem sobrevive. Assim podemos dizer que sobrevivemos do que está na superfície e não do que está oculto nos subsolos.
2. A excelência da sabedoria divina é superior a todas as riquezas do mundo; e riqueza é conhecê-la.
Jó 28.10 – Dos rochedos faz sair rios, e o seu olho descobre todas as coisas preciosas. Jó 28.11 – Os rios tapa, e nem uma gota sai deles, e tira para a luz o que estava escondido. Jó 28.12 – Mas onde se achará a sabedoria? E onde está o lugar da inteligência? Jó 28.13 – O homem não lhe conhece o valor; não se acha na terra dos viventes. Jó 28.14 – O abismo diz: Não está em mim; e o mar diz: Ela não está comigo. Jó 28.15 – Não se dará por ela ouro fino, nem se pesará prata em câmbio dela. Jó 28.16 – Nem se pode comprar por ouro fino de Ofir, nem pelo precioso ônix, nem pela safira. Jó 28.17 – Com ela se não pode comparar o ouro ou o cristal; nem se trocará por joia de ouro fino. Jó 28.18 – Ela faz esquecer o coral e as pérolas; porque a aquisição da sabedoria é melhor que a dos rubis. Jó 28.19 – Não se lhe igualará o topázio da Etiópia, nem se pode comprar por ouro puro.
Usando ainda a metáfora do reino mineral, o homem é capaz de grandes engenhosidades e sacrifícios para a extração de minérios enfrentando tarefas difíceis e vence por causa da sua determinação, mas no entanto, ele não é capaz de explorar a sabedoria divina. O homem consegue ser capaz de controlar o seu meio ambiente, fazer barreiras, controlar e desviar o fluxo das águas, isso no plano terreno, mas não pode controlar sobre as águas do céu, a sabedoria de Deus que confere a vida enviando águas essenciais para a vida vegetal. Apesar de todo o esforço do homem na área da tecnologia, a sabedoria permanece distante deles, porque não tem a compreensão espiritual. A sabedoria não está nos lugares onde os homens procuram, escavando tesouros, pois ela está oculta em Deus, pois o maior tesouro é a sabedoria divina. Essa sabedoria Deus só dá por um ato de sua divina vontade e, quem não a busca com temor sempre ficam limitados a pequenas realizações. O apóstolo Paulo faz uma referência a sabedoria divina dizendo: Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! Sem essa sabedoria o homem é limitado, porque não conhece o caminho da sabedoria e nem pode descobri-la como os mineiros fazem com os metais preciosos. O homem só a alcança a sabedoria por meio da revelação e de uma fidelidade completa com Deus.
3. A sabedoria de Deus é escondida do homem e só é revelada a homens que merecem possuí-la.
Jó 28.20 – De onde, pois, vem a sabedoria, e onde está o lugar da inteligência? Jó 28.21 – Porque está encoberta aos olhos de todo vivente e oculta às aves do céu. Jó 28.22 – A perdição e a morte dizem: Ouvimos com os nossos ouvidos a sua fama. Jó 28.23 – Deus entende o seu caminho, e ele sabe o seu lugar. Jó 28.24 – Porque ele vê as extremidades da terra; e vê tudo o que há debaixo dos céus. Jó 28.25 – Quando deu peso ao vento e tomou a medida das águas; Jó 28.26 – quando prescreveu uma lei para a chuva e caminho para o relâmpago dos trovões, Jó 28.27 – então, a viu e a manifestou; estabeleceu-a e também a esquadrinhou. Jó 28.28 – Mas disse ao homem: Eis que o temor do Senhor é a sabedoria, e apartar-se do mal é a inteligência.
O preço da sabedoria é de um valor infinitamente superior ao de todas as riquezas deste mundo e poucos são os que conhecem o seu valor, ou lhes dão o devido valor. Os homens não sabem a necessidade que têm dela, e a sua diversidade de benefícios que ela terá para eles. As diversas pedras preciosas são as coisas mais valorizadas no mundo, mas mesmo tendo montões dessas preciosidades e tudo isso de grande valor, não tem como trocar pela sabedoria, pois a sabedoria não se compra e nem está a venda, pois é uma dádiva divina com condicionais para ser disponível. Onde poderá ser encontrada a sabedoria? Seria na vã filosofia; na parte carnal, é lógico que não, mas sim na verdadeira religião é que se encontra a sabedoria verdadeira, a qual é o melhor meio de aprimoração das nossas faculdades intelectuais que assegura uma espiritualidade desenvolvida em rumo a eternidade. É com a sabedoria divina revelada nas escrituras sagradas que nos ensinam a aprender e viver para sempre num mundo melhor e eterno. Mas dentro da sabedoria oculta de Deus nem tudo está dentro do nosso alcance, tais como detalhes que fará no futuro, e as razões do que Ele faz e estava fazendo na vida de Jó, que só foi revelada no término da sua provação.

Pastor Adilson Guilhermel

quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Lição 8: A Teologia de Zofar: O Justo não Passa por Tribulação?

  

Lição 8: A Teologia de Zofar: O Justo não Passa por Tribulação?

Texto Áureo: “E terás confiança, porque haverá esperança; olharás em volta e repousarás seguro.” (Jó 11.18)

Leitura Bíblica em Classe: Jó 11.1-10; 20.1-10

Introdução: Zofar tinha uma teologia infundada, pois era focada dentro da ótica humana, sendo totalmente divergente na questão da justiça divina. Evidentemente que nenhum dos dois, tanto Zofar como Jó, não sabiam o motivo daquela situação que envolvia um sofrimento cruento que Jó passava. Como nada foi revelado acerca dessa disputa entre Deus e Satanás, Zofar com a sua teologia insensata e carnal, não aceitava de modo algum, qualquer justificativa da parte de Jó, que declarasse a sua inocência. Desse modo o fato se desenrolou com uma guerra de palavras entre os dois, onde nenhuma das partes cedia na sua argumentação, uma de acusação e outra de defesa. Zofar defendia a tese de que o justo não passa por tribulação dizendo que isso é coisa para ímpio e não para os justos. Na realidade quem mais passa por tribulação, não são os ímpios e sim os justos, pois os justos são os que não servem a Satanás e isso faz com que ele viva rugindo como um leão tentando tragar aqueles que foram salvos por Deus.

  1. A teologia mal aplicada que olha a pessoa e não a sua situação, não é de Deus.

Jó 11.1 - Então, respondeu Zofar, o naamatita, e disse: Jó 11.2 - Porventura, não se dará resposta à multidão de palavras? E o homem falador será justificado? Jó 11.3 - Às tuas mentiras se hão de calar os homens? E zombarás tu sem que ninguém te envergonhe? Jó 11.4- Pois tu disseste: A minha doutrina é pura; limpo sou aos teus olhos.

Zofar estava incomodado com as longas falas de Jó, munidas de argumentações sábias, as quais exigia muito dele para debater. Zofar não tendo uma argumentação a contento para manter a conversa em nível alto, ele parte para a ironizar Jó. Zofar procurava descrever Jó ao contrário do ele realmente era e partiu para a agressão de palavras, chamando-o de mentiroso de zombador e que todo castigo que viesse sobre ele seria um ato de justiça divina. A diferença que envolvia essa guerra de palavras, era que Zofar era um homem com uma teologia carnal de conceitos próprios e Jó era um homem que usava de uma teologia espiritual de conceitos divinos. Um sábio intelectual, nunca terá vantagem contra um sábio espiritual em relação às coisas de Deus.

  1. O homem pode até ser sábio e bom, mas sem a sabedoria da palavra é um tolo. 

Jó 11.5 - Mas, na verdade, prouvera Deus que ele falasse e abrisse os seus lábios contra ti, Jó 11.6 - e te fizesse saber os segredos da sabedoria, que é multíplice em eficácia; pelo que sabe que Deus exige de ti menos do que merece a tua iniquidade.

Algo que não é sábio, embora Zofar se julgasse ser, é desejar que Deus corrija alguém, como fez esse suposto amigo de Jó. Ninguém pode determinar o que Deus deve fazer, como vemos alguns pseudo líderes usando desses meios para impressionar o povo, como alguém cheio de autoridade. Esse procedimento é coisa de indivíduos arrogantes e soberbos que conduzem o povo sem nenhuma espiritualidade e direção divina. Foi o que fez Zofar com a sua arrogância despejando todo o seu amargor contra Jó acreditando que estava prestando serviço a Deus. Zofar usava de um princípio dogmático de que o que se semeia acaba colhendo, mas com toda a sua teologia não conseguia explicação do porque que o justo sofre, isto porque, ele estava totalmente obstinado em acusar e não em defender. 

  1. O tolo ignora que o governo divino transcende o governo da justiça do homem.

Jó 11.7 - Porventura, alcançarás os caminhos de Deus ou chegarás à perfeição do Todo-Poderoso? Jó 11.8 - Como as alturas dos céus é a sua sabedoria; que poderás tu fazer? Mais profunda é ela do que o inferno; que poderás tu saber? Jó 11.9- Mais comprida é a sua medida do que a terra; e mais larga do que o mar. 10 - Se ele destruir, e encerrar, ou juntar, quem o impedirá?

Alguém com uma teologia própria tem condições de falar sobre um Deus transcendental com se tivesse acesso a Ele por revelações? Isso seria algo impossível, mas Zofar acreditava que tinha essas revelações, o que era coisas da sua própria mente. Nada que Deus mantém em oculto é impossível discernir, se Ele não nos revelar. Deus é revelado somente através das Escrituras e, é necessário buscá-lo com humildade através de uma comunhão perfeita com Ele, para irmos descobrindo coisas a Seu respeito. Mesmo com um grande conhecimento a respeito de Deus, não podemos alcançar a Sua perfeição, mas Ele nos deu a condição de ser aperfeiçoados pelo Espírito Santo. Isso é algo contínuo, para que cheguemos a ser tal como Ele é, quando atingirmos a estatura do varão perfeito ao sairmos deste plano terreno. 

  1. Quem gosta de criticar se ofende fácil; ignora que a resposta branda desvia a ira.

Jó 20.1 - Então, respondeu Zofar, o naamatita, e disse: Jó 20.2 - Visto que os meus pensamentos me fazem responder, eu me apresso. Jó 20.3 - Eu ouvi a repreensão, que me envergonha, mas o espírito do meu entendimento responderá por mim. Jó 20.4 - Porventura, não sabes tu que desde a antiguidade, desde que o homem foi posto sobre a terra, Jó 20.5 - o júbilo dos ímpios é breve, e a alegria dos hipócritas, apenas de um momento? Jó 20.6- Ainda que a sua altura suba até ao céu, e a sua cabeça chegue até às nuvens, Jó 20.7 - como o seu próprio esterco perecerá para sempre; e os que o viam dirão: Onde está? Jó 20.8 - Como um sonho, voa, e não será achado, e será afugentado como uma visão da noite. Jó 20.9 - O olho que o viu jamais o verá, nem olhará mais para ele o seu lugar. Jó 20.10 - Os seus filhos procurarão agradar aos pobres, e as suas mãos restaurarão a sua fazenda.

Zofar se julgando o sábio em tudo e dono da verdade, ao ser refutado por Jó reage irritado a sua fala e se magoa por ter sido repreendido. Nessa guerra de palavras entre os dois, Zofar não admitia perder para Jó, mas na realidade ele estava perdendo, porque Jó mantinha a sua tese de homem fiel e íntegro. O argumento que Zofar usava para ironicamente atingir Jó é que o homem perverso que alcança um grande sucesso, terá uma queda maior quando sobrevém o julgamento. Assim, Zofar insinua que o sofrimento de Jó era resultado do julgamento divino e que a sua vida já estava prestes a se extinguir. Ele coloca Jó como um homem perverso que ao morrer seu nome desaparecerá e ninguém mais se lembrará e que a verdade não confessada virá a tona. Jó apesar de todas essas afrontas acusatórias em momento algum demonstrou fraqueza diante dos seus acusadores, pois ele sabia que o Seu Redentor uma dia se levantaria em sua defesa. 

Pastor Adilson Guilhermel - th.M

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