sexta-feira, 31 de julho de 2020

ZOROBABEL RECOMEÇA A CONSTRUÇÃO DO TEMPLO

ZOROBABEL RECOMEÇA A CONSTRUÇÃO DO TEMPLO

Lição 05 – Zorobabel Recomeça a Construção do Templo
Texto Áureo: “Ao vigésimo quarto dia do mês nono, no segundo ano de Dario, veio a palavra do SENHOR pelo ministério do profeta Ageu, dizendo: […] Ponde, pois, eu vos rogo, […] desde o dia em que se fundou o templo do SENHOR, ponde o vosso coração nestas coisas.” (Ag 2.10,18).
Leitura Bíblica em Classe: Esdras 5.1,2; Ageu 1.1,12; Zacarias 4.6-10

Introdução: Todo cristão deve ser ensinado sobre os seus deveres, tanto nos momentos oportunos, como também nos momentos inoportunos. Todos trabalho na obra do Senhor passa por vários momentos, alguns mais fáceis e outros mais difíceis, mas a conduta do cristão na qual está engajado, não permite esmorecimento nas oposições e dificuldades, seja de qualquer ordem. A conduta dos judeus na reconstrução do Templo de Jerusalém não estava sendo satisfatória aos olhos do Senhor e assim sendo, Ele usou os seus profetas para advertir o povo do Seu desagrado pelo relaxamento na Sua obra. As escrituras diz que maldito é aquele que faz a obra de Deus relaxadamente e nem todos levam a sério esta advertência divina. Dentre as advertências dos profetas eles exortaram implicitamente o povo a se desfazerem dos casamentos mistos, pois para que houvesse a unidade entre eles, não poderiam permanecer com esposas estrangeiras. Isso foi acatado pelos judeus casados com as mulheres estrangeiras, que ao obedecerem as exortações dos profetas, elas as repudiaram, pois se continuassem estariam ameaçando a integridade espiritual da comunidade.
1. Se Deus usa os seus profetas, Ele espera que o povo responda com fé e ação.
Esdras 5.1- E Ageu, profeta, e Zacarias, filho de Ido, profeta, profetizaram aos judeus que estavam em Judá e em Jerusalém; em nome do Deus de Israel lhes profetizaram. Esdras 5.2- Então, se levantaram Zorobabel, filho de Sealtiel, e Jesua, filho de Jozadaque, e começaram a edificar a Casa de Deus, que está em Jerusalém; e com eles os profetas de Deus, que os ajudavam.
Cabe aos profetas de Deus exortar o povo a uma conscientização dos seus deveres para com a obra, quando estes não estão correspondendo como servos do Senhor. É dever dos profetas incentivar e motivar o povo de Deus mostrando a importância que eles têm no contexto da obra divina e o povo devem responder com fé, mas também com ação, porque a fé não exercitada não vai a lugar algum. 2. Se o povo acha que a obra não é tão importante Deus fala pelos seus profetas
Ageu 1.1- No ano segundo do rei Dario, no sexto mês, no primeiro dia do mês, veio a palavra do SENHOR, pelo ministério do profeta Ageu, a Zorobabel, filho de Sealtiel, príncipe de Judá, e a Josué, filho de Jozadaque, o sumo sacerdote, dizendo: Ageu 1.12- Então, ouviu Zorobabel, filho de Sealtiel, e Josué, filho de Jozadaque, sumo sacerdote, e todo o resto do povo a voz do SENHOR, seu Deus, e as palavras do profeta Ageu, como o SENHOR, seu Deus, o tinha enviado; e temeu o povo diante do SENHOR.
Quando não recebemos a palavra de Deus para agirmos conforme ela exige, um dia esta palavra será usada contra nós, pois através dela é que seremos julgados. Cabe aos profetas de Deus quando há desânimo entre o povo, a obrigação de incentivá-los e animá-los fazendo-os crer que Deus está com eles sempre. Quando o profeta é de Deus, a sua autoridade é acatada e respeitada, porque o verdadeiro profeta não fala o que o povo quer, mas sim aquilo que Deus quer. O povo não se confundirá porque a palavra na boca dos profetas, vem pelo Espírito, o que provoca temor e tremor naqueles que ouvem. 
3. Se a obra está sendo realizada com fé é o poder do Espírito animando o povo.
Zacarias 4.6- E respondeu e me falou, dizendo: Esta é a palavra do SENHOR a Zorobabel, dizendo: Não por força, nem por violência, mas pelo meu Espírito, diz o SENHOR dos Exércitos.
Quando os judeus foram levados cativos para a Babilônia, eles foram por força e por violência, pois estavam debaixo do juízo divino, mas no seu retorno do cativeiro, eles vieram debaixo da graça e da misericórdia do Senhor, conduzidos pelo Seu Espírito. Assim, eles foram introduzidos de volta a Canaã pelo Espírito Santo, que operou na consciência dos cativos a aceitar a liberdade que lhes foi oferecida. Desse modo houve espontaneidade e animação e edificar o templo em Jerusalém. Como templo do Senhor que somos, devemos ser edificados não por força nem por violência, mas pelo Seu Espírito, ou seja, com a aplicação da doutrina de Deus e não a doutrina do homem.
4. Se os problemas e oposições se levantam é a oração com fé que vence tudo.
Zacarias 4.7- Quem és tu, ó monte grande? Diante de Zorobabel, serás uma campina; porque ele trará a primeira pedra com aclamações: Graça, graça a ela. Zacarias 4.8- E a palavra do SENHOR veio de novo a mim, dizendo: Zacarias 4.9- As mãos de Zorobabel têm fundado esta casa, também as suas mãos a acabarão, para que saibais que o SENHOR dos Exércitos me enviou a vós.
Quando Deus está no negócio, todas as dificuldades e oposições que se atravessarem no caminho serão superadas e removidas, mesmo as que achamos impossíveis. A dificuldade pode parecer um grande monte, mas com fé os montes são removidos, para que a obra de Deus tenha continuidade. Os montes que os judeus enfrentaram eram os inimigos que faziam de tudo para impedir a construção da obra, mas com Deus todo monte será abatido quando o caminho do Senhor está sendo preparado. Diante dos inimigos todos os montes de dificuldade foram aplainados, pois nada é impossível para o nosso Deus. É a oração com fé que diz a esse monte, passa daqui para acolá e assim será feito.
5. Se vemos a obra de Deus com os seus olhos e não o nosso tudo é grandioso.
Zacarias 4.10- Porque quem despreza o dia das coisas pequenas? Pois esse se alegrará, vendo o prumo na mão de Zorobabel; são os sete olhos do SENHOR, que discorrem por toda a terra que discorrem por toda a terra.
A visão de Deus quando é discernida com os seus olhos e não com os nossos, é que se pode compreender a grandiosidade dos Seus propósitos. Muitos zombaram em relação ao templo reconstruído, pois não tinha a magnitude do que foi destruído pelos babilônicos. Entre os que zombaram estavam os samaritanos, que eram os adversários da obra, como também alguns dos próprios judeus, o que era algo desprezível os olhos do Senhor. Mas felizmente os que eram contrários eram uma minoria, pois a maioria dos judeus se dispuseram a trabalhar com afinco para a obra ser terminada  o quanto antes. Zorobabel tinha o prumo na mão para que a construção tivesse toda altura, largura e comprimento nas suas medidas conforme cada parte, com as suas medidas exatas. Na realidade este templo era algo transitório onde a glória do Senhor se manifestava, pois apontava para algo muito maior. Este algo muito maior, não era um templo construído por mãos de homens, mas o templo construído pelo Espírito Santo, onde a glória desta segunda casa que somos nós, é maior do que a primeira. 
Elaborado pelo Pastor Adilson Guilhermel
Cate

domingo, 26 de julho de 2020

A CONSTRUÇÃO DO TEMPLO ENFRENTOU OPOSIÇÃO

Lição 04 – A CONSTRUÇÃO DO TEMPLO ENFRENTOU OPOSIÇÃO.
Texto Áureo: Assim, edificamos o muro, e todo o muro se cerrou até sua metade; porque o coração do povo se inclinava a trabalhar. (Ne 4.6)
Leitura Bíblica em Classe: Esdras 4.7,9,11-13,15,16,21-24 
Introdução: Oposição significa impedimento, ou obstáculo contra algo que está em andamento. Isso acontece em vários segmentos, e aqui no caso em se tratando das coisas do reino de Deus, as oposições são contínuas e vem dos que estão aliados ao Diabo. Assim como Deus tem os seus instrumentos que militam legitimamente em favor da Sua causa, que é preservar a integridade do Evangelho puro da Sua graça, para que almas sejam conduzidas no caminho verdade que leva para o céu. O Diabo é o maior opositor da obra de Deus e, em relação a Israel, ele conseguiu muitas vitórias, isto porque, Israel, não generalizando, foi um povo de dura cerviz, o que deu vantagem ao Diabo de impor muitas derrotas a esse povo. Com a fundação da Igreja pós Cruz, o Diabo se voltou contra ela de uma forma ardilosa agindo de várias maneiras, e o seu maior trunfo foi introduzir o joio no meio do trigo. Jesus advertiu sobre isso quando disse que surgiriam falsos pastores que fariam milagres e maravilhas e enganariam a muitos, até mesmo os escolhidos. Assim podemos identificar esses lobos devoradores que induzem a fé do povo a se voltar para o materialismo com a herética doutrina da prosperidade e da cura fácil.
1. Sempre haverá oposições  quando o povo de Deus se dispõe a servir na obra.
Esdras 4.7- E, nos dias de Artaxerxes, escreveu Bislão, Mitredate, Tabeel e os outros da sua companhia a Artaxerxes, rei da Pérsia; e a carta estava escrita em caracteres aramaicos e na língua siríaca. Esdras 4.9- Então, escreveu Reum, o chanceler, e Sinsai, o escrivão, e os outros da sua companhia: dinaítas e afarsaquitas, tarpelitas, afarsitas, arquevitas, babilônios, susanquitas, deavitas, e lamitas. Esdras 4.11- Este, pois, é o teor da carta que ao rei Artaxerxes lhe mandaram: Teus servos, os homens daquém do rio e em tal tempo.
Os inimigos opositores ao redor, ou seja, das cercanias de Jerusalém, preocupados com as perdas que teriam com a reconstrução do Templo procuraram usar de qualquer meio para interromper essa reconstrução. A maioria desses opositores eram os samaritanos e outros povos, os quais exploravam o comércio em Jerusalém, que embora em ruínas, era um lugar de grande visitação, o que rendia vultosos lucros para esses comerciantes. Os judeus remanescentes que ficaram em Jerusalém quando os cativos foram levados para a Babilônia, também estavam aliados com esses povos das cercanias e não ofereciam qualquer resistência contra eles. Porém quando os cativos retornaram dispostos a fazer a obra de Deus com a reconstrução do Templo, início dos cultos e a reconstrução dos muros, aí, os opositores se levantaram, como sempre se levantam contra, aos que servem a Deus fielmente.
2. Os opositores exercem intentos maliciosos para causar danos a obra de Deus.
Esdras 4.12 – Saiba o rei que os judeus que subiram de ti vieram a nós a Jerusalém, e edificam aquela rebelde e malvada cidade, e vão restaurando os seus muros, e reparando os seus fundamentos. Esdras 4.13 – Agora, saiba o rei que, se aquela cidade se reedificar, e os muros se restaurarem, eles não pagarão os direitos, os tributos e as rendas; e assim se danificará a fazenda dos reis.
Os opositores se valeram de intentos maliciosos e inescrupulosos para usar de uma mentira nas cartas que enviaram a rei sobre as obras em Jerusalém. O que estava sendo reconstruído era o templo e não os muros, mas eles mentiram que o muro também estava sendo reconstruído. Fizeram isso se valendo de que o decreto do rei que era somente para reconstruir o Templo e não os muros. Desse modo, eles convenceram o rei a mandar paralisar as obras, e se valendo da ordem do rei para paralisar as obras, eles incluíram com sutileza, a da reconstrução do templo, que era o objetivo deles. Os opositores usaram de sutileza e maldade tomada por uma influência diabólica para alcançar os seus intentos malignos.
3. Os opositores procuram rebuscar erros do passado para acusar no presente.
Esdras 4.15 – para que se busque no livro das crônicas de teus pais, e, então, acharás no livro das crônicas e saberás que aquela foi uma cidade rebelde e danosa aos reis e províncias e que nela houve rebelião em tempos antigos; pelo que foi aquela cidade destruída. Esdras 4.16 – Nós, pois, fazemos notório ao rei que, se aquela cidade se reedificar e os seus muros se restaurarem, desta maneira não terás porção alguma desta banda do rio.
O rei da Pérsia deixou-se enganar pela mentira e falsidade bem arquitetada pelos samaritanos sem examinar as alegações da parte deles no sentido de apurar a sua veracidade, ou não. O rei consultando os registros referentes a Jerusalém descobriu que as alegações tinham sentido no que no passado haviam se rebelado contra o rei da Babilônia, o que poderia acontecer novamente se os judeus fortificassem a cidade, principalmente com os muros restaurados. Nesse caso a mentira dos opositores prevalecia, pois não era a cidade e os muros que estavam sendo reconstruídos.
4. Os opositores podem até conseguir seus intentos, mas é só por pouco tempo.
Esdras 4.21- Agora, pois, dai ordem para que aqueles homens parem, afim de que não se edifique aquela cidade, até que se dê uma ordem por mim. Esdras 4.22- E guardai-vos de cometerdes erro nisso; por que cresceria o dano para prejuízo dos reis?
Com sutileza nas suas intenções malignas os opositores não mencionaram a reconstrução do templo e sim a reconstrução da cidade e seus muros, pois se mencionasse o Templo certamente o Rei teria mais cuidado e checaria a denúncia deles. Como não havia um decreto para reconstrução da cidade e seus muros, os opositores pediram que ela não fosse reconstruída com seus muros e portas, alegando que isso poderia fortalecer os judeus em prejuízo dos reis.
5. Se o povo não reage aos opositores, dá chance de avançar em seus intentos
Esdras 4.23 – Então, depois que a cópia da carta do rei Artaxerxes se leu perante Reum, e Sinsai, o escrivão, e seus companheiros, apressadamente foram eles a Jerusalém, aos judeus, e os impediram à força de braço e com violência. Esdras 4.24 – Então, cessou a obra da Casa de Deus, que estava em Jerusalém, e cessou até ao ano segundo do reinado de Dario, rei da Pérsia.
Quando os opositores alcançaram os seus intentos fraudulentos com o recebimento da carta que os favorecia, apressadamente foram a Jerusalém, para notificar os edificadores dessa proibição e o pior, eles usaram de violência forçando a paralisação da obra do templo. Na realidade a preocupação maior dos opositores não era a reconstrução da cidade e dos muros e sim com a reconstrução do Templo, o que revela que o inimigo oculto, o próprio Satanás estava agindo nessa situação. Isto porque, a retomada dos cultos fortaleceria espiritualmente os judeus, o que não seria bom para Satanás, pois isso enfraqueceria o seu domínio em Jerusalém. A existência de Israel põe o povo em constante e renovada dependência de Deus, assim como a existência da Igreja, da mesma forma põe o povo em constante e renovada dependência de Deus. Estamos vivendo nessa caminhada no meio de várias religiões concorrentes que não são de Deus, mas se camuflam parecendo ser e que na realidade são os opositores daqueles que verdadeiramente estão fazendo a obra do Senhor.  
Elaborado pelo Pastor Adilson Guilhermel

segunda-feira, 13 de julho de 2020

O DESPERTAMENTO RENOVA O ALTAR

Lição 03 – O Despertamento Renova o Altar
Texto Áureo: “Então Elias disse a todo o povo: Chegai-vos a mim. E todo o povo se chegou a ele. E reparou o altar do Senhor, que estava quebrado” (1 Rs 18.30).
Leitura Bíblica em Classe: Esdras 3.2-5, 10-13
Introdução: O despertamento espiritual é uma ação da providência divina para que o seu povo seja despertado a fim de um maior compromisso com a obra a ser feita e mais fidelidade com a Sua palavra. Assim entendemos que o despertamento espiritual não é algo produzido pelo homem, pois os que manipulam isso, na realidade promovem um falso despertamento, ou seja, um despertamento carnal e não espiritual. Nós podemos clamar a Deus por um despertamento, com o entendimento de que, quem promove o despertamento é Ele, pois o despertamento é um milagre sobrenatural e não uma ação dos próprios crentes. Não tem como ser promovido um despertamento espiritual, sem a presença da poderosa palavra de Deus. No Carmelo, Elias desafiou os profetas de Baal e Asera, sendo que o profeta de Deus saindo vitorioso do desafio derrotando os profetas malignos. Isso se deu, quando fogo do céu queimou o sacrifício no altar que foi reconstruído pelo profeta Elias. Assim o povo que coxeava entre dois pensamentos vendo o milagre divino se despertaram dizendo que só o Senhor é Deus. Nesse caso quem promoveu o avivamento; foi Elias, ou foi Deus. É lógico que não foi o homem que promoveu o despertamento e sim o próprio Deus.
1. Sem o altar restaurado, não pode haver sacrifícios ao Senhor.
Esdras 3.2 – E levantou-se Jesua, filho de Jozadaque, e seus irmãos, os sacerdotes, e Zorobabel, filho de Sealtiel, e seus irmãos, e edificaram o altar do Deus de Israel, para oferecerem sobre ele holocaustos, como está escrito na lei de Moisés, o homem de Deus. Esdras 3.3 – E firmaram o altar sobre as suas bases, porque o terror estava sobre eles, por causa dos povos das terras, e ofereceram sobre ele holocaustos ao Senhor, holocaustos de manhã e de tarde.
Antes de lançar os alicerces do templo, algo que não poderia faltar, era o altar do holocausto, pois sem o sistema de sacrifícios em ordem, nada poderia ser realizado. Vendo a necessidade de restabelecer os sacrifícios com urgência, eles se apressaram a erguer o altar, pois o povo precisava voltar logo aos seus cultos ao Senhor, para um avivamento geral, pois havia o risco de alguns se corromper para o lado dos pagãos, por estarem não tão despertos para as coisas espirituais.
2. Onde há uma altar santificado é possível realizar sacrifícios.
Esdras 3.4 – E celebraram a festa dos tabernáculos como está escrito; ofereceram holocaustos de dia em dia, por ordem, conforme ao rito, cada coisa no seu dia. Esdras 3.5 – E depois disto o holocausto contínuo, e os das luas novas e de todas as solenidades consagradas ao Senhor, como também de qualquer que oferecia oferta voluntária ao Senhor.
O tempo do exílio os fez aprenderem pelas várias experiências de grande tristeza pelo qual passaram, a darem valor a algo que eles negligenciaram no passado, quando deixaram de oferecer os sacrifícios diários ao Senhor. Agora, eles se despertando com a conscientização de que todos os valores que estavam lhes sendo restituído, se devia a recebimento da tão grande misericórdia de Deus, que transformou os períodos de tristeza num período de grande alegria.
3. O lançamento dos alicerces é essencial em qualquer situação.
Esdras 3.10 – Quando, pois, os edificadores lançaram os alicerces do templo do Senhor, então apresentaram-se os sacerdotes, já revestidos e com trombetas, e os levitas, filhos de Asafe, com saltérios, para louvarem ao Senhor, conforme à instituição de Davi, rei de Israel. Esdras 3.11 – E cantavam a revezes, louvando e celebrando ao Senhor: porque é bom; porque a sua benignidade dura para sempre sobre Israel. E todo o povo jubilou com grande júbilo, quando louvaram ao Senhor, pela fundação da casa do Senhor.
Houve pressa dos judeus em avançar na obra da reconstrução do templo, pois não poderia haver a realização dos cerimoniais da lei sem esse templo, no qual era o lugar onde eles exerciam a sua fé. Dessa forma o templo foi reconstruído de uma forma rudimentar, pois não havia tempo para eles conseguirem o material igual ao do templo destruído e foi necessário usar de material não original. Dessa forma o templo perdeu muito do seu formato anterior, mas foi a única maneira de iniciar com pressa os cultos ao Senhor. Não havia mais a arca da aliança no lugar santíssimo, pois desapareceu na ocasião em que o templo foi saqueado, portanto a glória do Senhor que se manifestava no lugar santíssimo, não mais ocorreria. Nessa etapa da reconstrução, eles louvaram ao Senhor, mesmo com aflições e medos, todos confessavam que Deus é bom, pois independente de qual seja o caso, bom é Deus como foi com Israel, também é com a igreja.
4. Viver de saudosismo do passado, furta as alegrias presentes.
Esdras 3.12 – Porém muitos dos sacerdotes, e levitas e chefes dos pais, já velhos, que viram a primeira casa, sobre o seu fundamento, vendo perante os seus olhos esta casa, choraram em altas vozes; mas muitos levantaram as vozes com júbilo e com alegria. Esdras 3.13 – De maneira que discernia o povo as vozes de alegria das vozes do choro do povo;porque o povo jubilou com tão grande júbilo que as vozes se ouviam de mui longe.
Vários sacerdotes e levitas e alguns do povo, que retornaram da Babilônia, já estavam bem idosos e podiam lembrar do antigo Templo. Estes então se lamentavam a desproporção entre o Templo reconstruído e o Templo destruído voltando suas lágrimas no sentido saudosista e, entendendo que o pecado foi a causa de tudo isso. Mesmo não sendo o templo e o sistema sacrificial como o antigo, Deus estava proporcionando um despertamento espiritual que deveria envolver a todos numa grande alegria, porém os saudosistas não estavam compartilhando. Tem muito crente que deixou de viver as alegrias presentes porque vivem de passado. É comum ouvir de alguns crentes dizer que nos tempos passados é que Deus operava e o poder era derramado, mas no entanto se contradizem dizendo, que Deus é o mesmo de ontem, de hoje e eternamente. Mas quem não vive de passado e sim no espírito pode afirmar que Deus continua operando com poder e derramando do seu Espírito.
Elaborado pelo Pastor Adilson Guilhermel

DESPERTAMENTO ESPIRITUAL - UM MILAGRE

Lição 02 – Despertamento Espiritual – Um Milagre
Texto Áureo: “E isto digo, conhecendo o tempo, que é já hora de despertarmos do sono; porque a nossa salvação está agora mais perto de nós do que quando aceitamos a fé” (Romanos 13.11).
Leitura Bíblica em Classe: Esdras 1.1-7; Neemias 1.1-4

Introdução: No apagar das luzes do cativeiro babilônico e no acender das luzes para a libertação e o retorno a Jerusalém foi necessário promover um despertamento espiritual no povo judeu ali cativo. Como a prática das leis cerimoniais só poderiam ser realizadas no templo em Jerusalém, eles ficaram em uma estagnação em relação às coisas de Deus, que os levou a um esfriamento espiritual neste período de setenta anos no cativeiro. No Salmos 137 revela a situação e o desânimo dos cativos, que choravam de saudade quando lembravam de Sião, com suas harpas penduradas sem ânimo para tocá-las ou atender os caldeus que pediam para eles cantarem uma canção de Sião. Porém estavam tão desanimados e desmotivados e negavam atender o pedido dos caldeus dizendo: como cantaremos a canção do Senhor em terra estranha? Sendo o Templo de Jerusalém o local específico dos judeus prestarem culto ao Senhor e nesse caso impedidos de estarem lá, que era o lugar onde Deus se manifestava, eles ficaram distanciados tanto geograficamente, como também acabaram se distanciando espiritualmente e, em consequência disso houve entre muitos deles um esfriamento da fé. No caso da igreja corpo do Senhor, não existe um lugar específico para se prestar culto ao Senhor, pois onde a dois ou tres reunidos no seu nome, ele está no meio de nós, não importando o lugar da reunião. Pode ser na igreja local, nos lares, na rua, na praça, ou seja, não há desculpas quanto a não se prestar culto ao Senhor.
1. Ciro reconheceu que o Deus de Israel deveria ser adorado em Jerusalém.
Esdras 1.1 – No primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia (para que se cumprisse a palavra do Senhor, por boca de Jeremias) despertou o Senhor o espírito de Ciro, rei da Pérsia, o qual fez passar pregão por todo o seu reino, como também por escrito, dizendo: 2 – Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O Senhor Deus dos céus me deu todos os reinos da terra; e ele me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém, que é em Judá. Esdras 1.3 – Quem há entre vós, de todo o seu povo, seja seu Deus com ele, e suba a Jerusalém, que é em Judá, e edifique a casa do Senhor, Deus de Israel; ele é o Deus que habita em Jerusalém.
Ciro embora não fosse um judeu foi o homem escolhido por Deus para ser o instrumento de libertação desse povo cativo na babilônia. O profeta Isaías profetizou sobre Ciro muitos anos antes do seu nascimento, o que revela assim a questão da predestinação, pois ele foi escolhido por Deus, para ser o libertador do povo judeu no cativeiro. Assim Ciro como rei da Pérsia se juntou ao rei Dario dos Medos e uniram forças para conquistarem o império da Babilônia, o que realmente aconteceu, pois era plano de Deus para que o Seu povo fosse liberto desse cativeiro. Ciro era submisso a voz do Senhor, pois reconhecia que todas as suas batalhas em que foi vitorioso tinha a ação do Deus de Israel. Ainda declarando a sua submissão ao Senhor, ele revela a responsabilidade que tinha diante de Deus que o encarregou de dar todas as condições aos judeus para que o templo em Jerusalém fosse reconstruído. Assim com toda submissão ao Senhor, ele não mediu esforços para edificação do templo, pois sabia que o Deus de Israel deveria ser adorado em Jerusalém. 
2. O povo despertou com objetivo de reconstruir o templo lugar de adoração.
Esdras 1.4 – E todo aquele que ficar em alguns lugares em que andar peregrinando, os homens do seu lugar o ajudarão com prata, e com ouro, e com fazenda, e com gados, afora as dádivas voluntárias para a casa do Senhor, que habita em Jerusalém.
Um novo êxodo estava sendo efetuado, e quem quisesse voltar para Jerusalém teriam todas as condições materiais e financeiras para esse novo começo. O rei Ciro cuidou de tudo isso, pois tinha conhecimento dos planos de Deus revelado através dos profetas Isaías e Jeremias. Esse decreto dando condições aos judeus retornarem à sua pátria animou a todos que ansiavam por esse retorno, tanto que abriram o seu coração doando muitos dos seus bens para a reconstrução do templo. Os que desejam o bem para a obra devem espontaneamente as suas dádivas em relação a ela.
3. Os líderes se levantaram, pois tinham que ser exemplo para esta boa obra.
Esdras 1.5 – Então se levantaram os chefes dos pais de Judá e Benjamim, e os sacerdotes e os levitas, com todos aqueles cujo espírito Deus despertou, para subirem a edificar a casa do Senhor, que está em Jerusalém. Esdras 1.6 – E todos os que habitavam nos arredores lhes confortaram as mãos com vasos de prata, com ouro, com fazenda, e com gados, e com coisas preciosas, afora tudo o que voluntariamente se deu. Esdras 1.7 – Também o rei Ciro, tirou os vasos da casa do Senhor, que Nabucodonosor tinha trazido de Jerusalém, e que tinha posto na casa de seus deuses.
Os líderes judeus satisfeitos com a generosidade do Rei Ciro ergueram-se animados para conduzir o povo de Judá de volta à terra prometida. Alguns desses líderes eram remanescentes dos que foram levados cativos para a Babilônia no ano 605 a.C. e já idosos reuniram forças para esse retorno tal era a alegria que inundava os seus corações. Entendendo que o primeiro retorno foi com Zorobabel para a reconstrução do templo, esse segundo retorno foi com Esdras, que teve a responsabilidade de levar os utensílios do templo para que os cerimoniais da lei pudessem ser iniciados. Esse despertamento envolveu a participação de todos, tanto dos líderes, como do povo, que animados não mediram esforços para essa empreitada. Lembrando que muitos judeus não quiseram voltar e preferiram ficar estabelecidos com os seus comércios na Babilônia. Essa recusa em voltar para a sua pátria era uma ofensa ao Senhor, que providenciou todos os meios para isso e assim por vontade própria, eles ficaram distanciados de Deus. Deus não obriga ninguém a segui-lo, mas quem assim procede está assinando a sua sentença para o juízo eterno.
4. Quando Deus tem um trabalho a ser feito, os escolhidos não devem tentar escapar.
Neemias 1.1 – As palavras de Neemias, filho de Hacalias. E sucedeu no mês de Quisleu, no ano vigésimo, estando eu em Susā, a fortaleza, Neemias 1.2 – Que veio Hanani, um de meus irmãos, ele e alguns de Judá; e perguntei lhes pelos judeus que escaparam, e que restaram do cativeiro, e acerca de Jerusalém. Neemias 1.3 – E disseram-me: Os restantes, que restaram do cativeiro, lá na província estão em grande miséria e desprezo, e o muro de Jerusalém fendido, e as suas portas queimadas a fogo. Neemias 1.4 – E sucedeu que, ouvindo eu estas palavras, assentei-me e chorei, e lamentei por alguns dias; e estive jejuando e orando perante o Deus dos céus.
Depois do primeiro e o segundo retorno para Jerusalém, cada um com um propósito divino e faltava o terceiro retorno, que envolvia a reconstrução dos muros e a reposição da portas de Jerusalém que haviam sido derrubadas e queimadas. Para cada retorno Deus havia escolhido um líder, que foi Zorobabel no primeiro retorno e Esdras no segundo retorno. Nesse terceiro retorno, Deus escolhe Neemias com a incumbencia da reconstrução das muralhas e portas de Jerusalém. Não seria uma incumbência fácil de ser realizada, mas Deus conhece o coração de cada um e não erra nas Suas escolhas. É certo que ele escolhe aquele, o qual não vai decepcioná-lo, porque Deus sempre predestina a pessoa certa para cada obrigação no contexto do Seu reino. Neemias gozava de uma elevada posição como copeiro a serviço do rei e ao receber o relatório da horrenda situação de Jerusalém ficou extremamente desconsolado e aflito com a situação do povo que lá estava. Esse relatório veio da parte de alguns homens e do seu irmão Hanani que tinham acabado de chegar daquela cidade. Neemias poderia ter ignorado esse relatório e ficado na sua posição confortável de servir ao Rei, mas ele foi inundado de muita preocupação pelo bem estar do povo que estava em grande sofrimento. Nessas situações não adianta apenas ficar lamentando e não fazer nada, pois os lamentos devem ser transformados em ação para enfrentar os problemas. A primeira ação de Neemias foi a mais louvável, pois entra em vários dias de jejum e oração e com choros diante de Deus. Isso o encorajou para a dura missão a qual Deus o nomeava entendendo que alguém deveria fazer algo para salvar Jerusalém e ele se dispôs a ser esse instrumento do Senhor. A missão que Deus nos nomeia a cumprir, pode ser impossível aos nossos olhos, mas pela fé no Senhor entendemos que Ele torna tudo possível se crermos e não tentarmos escapar das nossas responsabilidades. . 
Elaborado pelo Pastor Adilson Guilhermel

DANIEL ORA POR UM DESPERTAMENTO

Lição 01 Daniel ora por um despertamento
Texto Áureo: “Confessai as vossas culpas uns aos outros e orai uns pelos outros, para que sareis; a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.” (Tg 5.16)
LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Daniel 9.1-3; 6.10; 2.17-19; Esdras 1.1-5

Introdução: E óbvio que a oração feita por uma pessoa injusta, não surtirá efeito algum, pois não tem como chegar ao trono da graça de Deus. Ela só poderá chegar ao trono da graça de Deus, se for com arrependimento e confissão de pecado, para que o Senhor venha a aceitar. Porém a oração feita por um justo, certamente ela vai ao trono da graça e alcança a resposta e o favor de Deus. Isso mostra que nem toda oração vai chegar ao trono da graça, pois para ela chegar depende da condição moral e espiritual de cada indivíduo. Não importa se um justo ora por si, ou pelos outros, pois ela sempre é eficaz nos seus efeitos. Não vamos entender que se trata de ser justo no sentido absoluto, pois todos nós temos falhas. Assim entendemos que se trata no sentido de fidelidade ao evangelho e que não ama nem aprova a iniquidade, pois quem não tem esse comportamento o Senhor não ouvirá a oração.

1. O Avivamento vem pelo discernimento em descobrir a vontade de Deus.
Daniel 9.1 NO ano primeiro de Dario, filho de Assuero, da linhagem dos medos, o qual foi constituído rei sobre o reino dos caldeus, Daniel 9.2 No primeiro ano do seu reinado, eu, Daniel, entendi pelos livros que o número dos anos, de que falara o SENHOR ao profeta Jeremias, em que haviam de cumprir-se as desolações de Jerusalém, era de setenta anos. Daniel 9.3 E eu dirigi o meu rosto ao Senhor Deus, para o buscar com oração e súplicas, com jejum, e saco e cinza.
Daniel foi levado cativo pelos babilônicos junto com vários príncipes e muitos outros jovens da classe nobre de Jerusalém no ano 605 a.C. Muitos deles foram aprovados para servirem a rei da Babilônia no seu palácio e Daniel pela sua sabedoria e alta espiritualidade. Com a revelação do sonho de Nabucodonosor, ele foi designado como governador de toda a província da Babilônia, e também o fez chefe principal de todos os sábios da Babilônia. Com a queda do reino da Babilônia tomado pelos Medos e Persas, Daniel continuou no palácio exercendo funções de destaque. Quando Daniel foi levado cativo e em todo o seu tempo naquele reino, ele desconhecia uma profecia revelada ao profeta Jeremias, antes do cativeiro. Quando teve acesso a esses livros, se surpreendeu com a revelação sobre o tempo de cativeiro, que seria de setenta anos, o qual já estava se cumprindo e prestes a terminar. Em Isaías 45.1 Deus já havia providenciado o libertador de Judá do cativeiro, que seria o Rei Ciro, profecia essa que teria seu cumprimento duzentos anos após, portanto antes do seu nascimento. Daniel agora cônscio dessas revelações começa a se preocupar com a situação espiritual do povo, pois a maioria já havia se estabelecido e prosperado por ali, não se preocupando nem desejando retornar. Daniel foi movido de uma grande preocupação com o estado espiritual do povo que deveria retornar para Jerusalém e faz uma oração de arrependimento pelo passado pecaminoso de Israel. Os setenta anos do exílio estam prestes a acabar e, esse povo precisava de um despertamento, para o retorno à pátria, mas nem todos tinham mais intenção de retornar para Jerusalém. O avivamento parte do princípio em que deve haver arrependimento, confissão de pecado e  conserto diante de Deus, para ser possível alcançar a Sua graça e misericórdia.
2. É preciso sobrepujar todas as oposições para o avivamento acontecer.
Daniel 6.10 Daniel, pois, quando soube que o edito estava assinado, entrou em sua casa ( ora havia no seu quarto janelas abertas do lado de Jerusalém ), e três vezes no dia se punha de joelhos, e orava, e dava graças diante do seu Deus, como também antes costumava fazer.
O inimigo oculto era, nada mais, nada menos, que o próprio Satanás, o qual tinha grande interesse tirar o profeta Daniel do seu caminho, pois ele era um grande intercessor do povo Israelita no cativeiro. Todo aquele que ora, jejua e vive na presença de Deus incomoda muito Satanás, o qual sempre vai procurar articular planos no sentido de impedir isso. Daniel sabia do edito assinado pelo rei, mas entre escolher seguir um decreto de um rei terreno, ou um rei celestial, ele fielmente escolheu o rei celestial. Os articuladores da trama influenciados por Satanás sabendo que Daniel orava três vezes por dia continuamente propuseram ao rei que ninguém poderia orar a qualquer deus, ou a qualquer homem, com exceção do rei. Como eles sabiam que Daniel era fiel ao seu Deus, ele estavam certos que ele não iria deixar de orar e assim descumpria o decreto e seria condenado à morte na cova dos leões. O que eles não chegaram a pensar é que o Deus de Daniel, era um Deus vivo e que o livraria da cova dos leões.
3. A união de forças produzem uma força maior na revelação de mistérios.
Daniel 2.17 Então Daniel foi para a sua casa, e fez saber o caso a Hananias, Misael e Azarias, seus companheiros; Daniel 2.18 Para que pedissem misericórdia ao Deus do céu, sobre este mistério, a fim de que Daniel e seus companheiros não perecessem, juntamente com o restante dos sábios de Babilônia. Daniel 2.19 Então foi revelado o mistério a Daniel numa visão de noite; então Daniel louvou o Deus do céu.
Nabucodonosor teve um sonho de uma grande estátua, mas não conseguia saber o significado do seu sonho. Então convocou todos os sábios e adivinhos do reino, mas nenhum deles foi capaz de interpretar. O rei furioso ordenou que todos fossem executados dando ordem ao encarregado desse cumprimento, mas Daniel soube deste decreto e foi com muita ousadia falar com o rei com a mediação de Arioque, o responsável pela execução. O momento era de grande ousadia com muita confiança no Senhor Deus e Daniel pede a este um tempo para a revelação do sonho, o que lhe foi concedido. Daniel buscou apoio dos seus três amigos, para juntos estarem unidos no propósito de alcançar de Deus a revelação do sonho do rei. Assim através de uma visão noturna, o sonho do rei foi revelado por Deus, o que foi uma grande bênção, tanto para Daniel, os seus amigos, como também o livramento dos sábios da execução imposta pelo rei.
4. A oposição do inimigo não seria capaz de impedir uma promessa Deus.
Esdras 1.1 NO primeiro ano de Ciro, rei da Pérsia ( para que se cumprisse a palavra do SENHOR, pela boca de Jeremias ), despertou o SENHOR o espírito de Ciro, rei da Pérsia, o qual fez passar pregão por todo o seu reino, como também por escrito, dizendo: Esdras 1.2 Assim diz Ciro, rei da Pérsia: O SENHOR Deus dos céus me deu todos os reinos da terra, e me encarregou de lhe edificar uma casa em Jerusalém, que está em Judá. Esdras 1.3 Quem há entre vós, de todo o seu povo, seja seu Deus com ele, e suba a Jerusalém, que está em Judá, e edifique a casa do SENHOR Deus de Israel (ele é o Deus) que está em Jerusalém. Esdras 1.4 E todo aquele que ficar atrás em algum lugar em que andar peregrinando, os homens do seu lugar o ajudarão com prata, com ouro, com bens, e com gados, além das dádivas voluntárias para a casa de Deus, que está em Jerusalém.
A profecia de Isaías acerca de Ciro duzentos anos antes do seu nascimento de que seria o libertador do povo judeu, agora estava em pleno cumprimento. Ciro sabia que todas as suas conquistas foram realizadas com a bênção do Deus de Israel e mesmo não sendo judeu, ele se propôs a dar toda logística e condições para a reconstrução do templo em Jerusalém. Isso ele fez não somente pela obediência aos encargos que recebeu de Deus para isso, como também por temor a Ele. Satanás usou de todos os meios para isso não acontecer, mas uma coisa que ele nunca conseguiu foi impedir o cumprimento das promessas de Deus.
5. A liberdade foi decretada não por força nem violência, mas pelo Espírito.
Esdras 1.5 Então se levantaram os chefes dos pais de Judá e Benjamim, e os sacerdotes e os levitas, com todos aqueles cujo espírito Deus despertou, para subirem a edificar a casa do SENHOR, que está em Jerusalém.
As operações do Espírito Santo no sentido deste despertamento foram intensas para o retorno dos judeus à sua pátria em Jerusalém. No ano 538 a.C., Ciro, rei da Pérsia publicou o decreto permitindo que os exilados de Judá na babilônia voltassem para a sua terra e construíssem seu templo. Deus vela pela sua palavra para fazê-la cumprir e este decreto sobre a permissão dos exilados judeus voltarem confirma isso. A primeira vinda dos judeus do exílio foi encabeçada por Zorobabel com o sacerdote Josué, com a missão da reconstrução do Templo e a segunda vinda foi encabeçada por Esdras trazendo os utensílios do templo, com a missão de organizar a volta da prática das leis cerimoniais, sendo que a última vinda foi encabeçada por Neemias com a missão da reconstrução dos muros de Jerusalém. Assim por intermédio de Ciro, o Senhor estava cumprindo Sua vontade de libertar graciosamente Seu povo do cativeiro. Nesses três retornos, nem todos quiseram aceitar preferindo ficar em Babilônia, pois muitos que nasceram no cativeiro, nem conheciam Jerusalém e sabendo que era uma cidade em ruínas, não tiveram coragem de se alistar nestes retornos. Todos tem o livre arbítrio de escolher o seu destino.
Elaborado pelo Pastor Adilson Guilhermel

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