sexta-feira, 27 de novembro de 2020

Lição 9: Jó e a Inescrutável Sabedoria de Deus

 Lição 9: Jó e a Inescrutável Sabedoria de Deus

Trimestre: 4° trimestre de 2020 – CPAD – 29 de Novembro de 2020
Texto Áureo: “Mas disse ao homem: Eis que o temor do Senhor é a sabedoria, e apartar-se do mal é a inteligência.”  (Jó 28.28)
Leitura Bíblica em Classe: Jó 28.1-28

quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Lição 8: A Teologia de Zofar: O Justo não Passa por Tribulação?

  

Lição 8: A Teologia de Zofar: O Justo não Passa por Tribulação?

Texto Áureo: “E terás confiança, porque haverá esperança; olharás em volta e repousarás seguro.” (Jó 11.18)

Leitura Bíblica em Classe: Jó 11.1-10; 20.1-10

terça-feira, 10 de novembro de 2020

Lição 7 - A Teologia de Bildade: Se Há Sofrimento, Há Pecado Oculto?

 Lição 7 - A Teologia de Bildade: Se Há Sofrimento, Há Pecado Oculto?

Texto Áureo: “Se teus filhos pecaram contra ele, também ele os lançou na mão da sua transgressão.” (Jó 4.7,8)

Leitura Bíblica em Classe: Jó 8.1-4; Jó 18.1-4; 25.1-6

sábado, 7 de novembro de 2020

Lição 6 - A teologia de Elifaz: Só os Pecadores Sofrem

 Lição 6 - A Teologia de Elifaz: Só os Pecadores Sofrem

Trimestre: 4° trimestre de 2020 -CPAD - 8 de Novembro de 2020

Texto Áureo: “Lembra-te, agora: qual é o inocente que jamais pereceu? E onde foram os sinceros destruídos?  Segundo eu tenho visto, os que lavram iniquidade e semeiam o mal segam isso mesmo.”  (Jó 4.7,8)

Leitura Bíblica em Classe: Jó 4.1-8; Jó 15.1-4; 22.1-5

segunda-feira, 19 de outubro de 2020

Lição 4 - O Drama de Jó

Lição 4 - O Drama de Jó
Texto Áureo: “E disse: Nu saí do ventre de minha mãe e nu tornarei para lá; o SENHOR o deu e o SENHOR o tomou; bendito seja o nome do SENHOR.” (Jó 2.21)
Leitura Bíblica em Classe: Jó 1.13-22; 2.6-8

sábado, 17 de outubro de 2020

Lição 3 – JÓ E A REALIDADE DE SATANÁS

Lição 3 - Jó e a Realidade de Satanás

TEXTO ÁUREO: “E vindo um dia em que os filhos de Deus vieram apresentar-se perante o SENHOR, veio também Satanás entre eles.” (Jó 1.6)

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Jó 1.6-12; 2.4,5

Lição 2 - QUEM ERA JÓ

 Lição 2 – QUEM ERA JÓ

Texto Áureo: “Havia um homem na terra de Uz, cujo nome era Jó; e este era homem sincero, reto e temente a Deus; e desviava-se do mal.”(Jó 1.1)
Leitura Bíblica em Classe: Jó 1.1-5

Lição 1 - O LIVRO DE JÓ

 Lição 1 – O Livro de Jó

Texto Áureo: “Eis que temos por bem-aventurados os que sofreram. Ouvistes qual foi a paciência de Jó e vistes o fim que o Senhor lhe deu; porque o Senhor é muito misericordioso e piedoso.” (Tg 5.11)
Leitura Bíblica em Classe: 2 Timóteo 3.16; Ezequiel 14.14,19,20; Tiago 5.11.

sexta-feira, 4 de setembro de 2020

PROVAI SE OS ESPÍRITOS SÃO DE DEUS

 


PROVAI SE OS ESPÍRITOS SÃO DE DEUS

Lição 10: Provai se os Espíritos São de Deus
Texto Áureo: “Amados, não creiais em todo espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo.”1 Jo 4.1
Leitura Bíblica em Classe: Neemias 6.10-14; 1 Tessalonicenses 5.20,21; 1 Coríntios 14.29

Introdução: Tudo que Deus semeia com a verdade, Satanás semeia com a mentira. Ele tem habilidade para imitar o que é de Deus, enganando os incautos que acreditam que é, mas não é. E foi no ministério profético que Satanás entrou usando homens sem caráter para se camuflarem como profetas nas igrejas locais, onde se reúne a igreja corpo. Os cristãos bem doutrinados devem ser capazes de identificar os falsos ensinamentos e de saber a veracidade ou não daquele que o expressa. No meio cristão a duas esferas espirituais que estão operando; isso já desde os primórdios da igreja. Uma é a do domínio do Espírito Santo, e a outra é do domínio do Diabo. O Espírito Santo, que não é espírito de confusão opera nos verdadeiros filhos de Deus, mas o espírito do Diabo, opera nos falsos profetas, que falam em nome do Senhor, mas que na verdade é em nome do diabo. Somos exortados a examinar e distinguir os ensinamentos vindos pela revelação do Espírito e dos falsos ensinamentos. Para saber se os ensinamentos são de Deus, ou não, é preciso verificar à luz da Palavra, daí a necessidade da igreja corpo ser discipulada com a sã doutrina, pois a igreja que tem esses ensinamentos dificilmente se deixa enganar.
1. A visão espiritual dá discernimento para identificar os planos do inimigo.
Ne 6.10 – E, entrando eu em casa de Semaías, filho de Delaías, o filho de Meetabel (que estava encerrado), disse ele: Vamos juntamente à Casa de Deus, ao meio do templo, e fechemos as portas do templo; porque virão matar-te; sim, de noite virão matar-te. Ne 6.11 – Porém eu disse: Um homem, como eu, fugiria? E quem há, como eu, que entre no templo e viva? De maneira nenhuma entrarei.
Discernimento espiritual é um dom do Espírito Santo que dá ao crente a capacidade de identificar aquilo que é de Deus e o que é do Diabo. Neemias mostrou que tinha discernimento do Espírito, o que foi crucial para compreender o plano do inimigo contra ele. Contrataram um falso profeta, para com uma falsa profecia induzi-lo a refugiar-se no templo a fim de que se protege-se de homens que armaram um plano para matá-lo. Na realidade essa era a primeira intenção, pois com a morte de Neemias, eles se livrariam dele, que era o maior impedimento nos seus planos para paralisar a reconstrução dos muros. Como eles não tinham condições de chegar até Neemias para matá-lo, pois isso implicaria na intervenção de Artaxerxes, o rei da Pérsia, eles procuraram armar uma cilada para que Neemias se refugiasse no templo, mas especificamente no Santo dos Santos, o que seria uma profanação caso ele entrasse ali. Neemias não podia ir ao templo para salvar a sua vida, porque a lei o proibia de entrar no Santo dos Santos sob a pena de morte. Isso seria aplicada nele pelos próprios judeus, assim os seus inimigos não levariam a culpa pela sua morte perante o rei. A intenção dos inimigos prejudicando Neemias era a paralisação da construção dos muros de Jerusalém e a reparação das portas. 
2. A perspicácia para perceber ciladas é fruto de quem tem visão espiritual.
Ne 6.12 – E conheci que eis que não era Deus quem o enviara; mas essa profecia falou contra mim, porquanto Tobias e Sambalate o subornaram. Ne 6.13 – Para isso o subornaram, para me atemorizar, e para que eu assim fizesse e pecasse, para que tivessem alguma causa a fim de me infamarem e assim me vituperarem. Ne 6.14 – Lembra-te, meu Deus, de Tobias e de Sambalate, conforme estas suas obras, e também da profetisa Noadias e dos mais profetas que procuraram atemorizar-me.
Quem não tem discernimento espiritual corre riscos de cair nas falsas profecias. Amados, não creiais a todo o espírito, mas provai se os espíritos são de Deus, porque já muitos falsos profetas se têm levantado no mundo. 1 João 4:1. Assim como Deus usa os seus profetas, Satanás também usa, daí, a necessidade de identificar quem é quem para não aceitarmos de pronto quando alguém diz que Deus nos mandou uma palavra. Tanto homens, como mulheres, que vem entregar uma profecia devem ser identificados para não sermos levados ao engano. É preciso ter discernimento espiritual para percebermos a intenção dos seus corações
3. Quem despreza a palavra de Deus está desprezando a verdadeira profecia. 
1 Tessalonicenses 5.20 – Não desprezeis as profecias.
A igreja nos seus primórdios ainda não possuía a bíblia na sua completude, principalmente as escrituras do Novo Testamento. Em vista disso, Deus pela Sua graça providenciou meios de apoios ou dons especiais como o de profecia, a qual vinha por revelação das escrituras sagradas disponíveis. Com a completude da bíblia no período composto da igreja, o conhecimento das Escrituras se aprofundou, mas somente para aqueles que pregam inspirados pelo Espírito Santo, o que resulta na verdadeira profecia. Quanto ao dom de profecia, o qual o Espírito dota alguém para entregar uma mensagem, não o caracteriza como profeta. Esse dom só é usado quando se faz necessário e isso não credencia quem tem o dom para sair profetizando como quer. Quem se porta assim, não é usado por Deus e deve ser desacreditado. Para resumir, o verdadeiro profeta é o que prega a palavra com o dom da sabedoria, que é a revelação do conhecimento, pois a verdadeira profecia é a Palavra de Deus.
4. O ministério profético sem enganos está presente na revelação da palavra.
1 Tessalonicenses 5.21 – Examinai tudo. Retende o bem.
Muitos não gostam da verdadeira profecia que vem através da Palavra de Deus, pois rejeitam a verdade que lhes dá comichão nos ouvidos preferindo as fábulas. Deus não fala o que queremos ouvir e sim aquilo que precisamos ouvir. Os que se comportam assim estão depreciando o que o Espírito Santo revela aos seus servos que pregam a verdadeira profecia. A igreja sem doutrina é leiga na palavra e, essa é a intenção dos falsos profetas, pois assim com as suas más intenções acabam conduzindo o povo com um espírito de falsidade pelo caminho errado. É desse modo, que eles agem, para tirar proveito mudando o sentido da palavra levando muitos a serem enganados. O povo deve buscar o conhecimento onde tem e não ficar presos a placas, para que tenha capacidade de seguir a palavra de Deus e julgar todas as coisas, sabendo discernir o que é de Deus, e o que não é de Deus.
5. A confusão profética em Coríntios foi corrigida e não se ocorre mais isso.
1 Coríntios 14.29 – E falem dois ou três profetas, e os outros julguem.
Como havia ausência das escrituras do novo testamento e graciosamente dotou homens com o dom de profecia, a qual era a revelação das escrituras existentes na época. Criou-se assim, um problema na igreja de Corinto, pois Satanás lançou um espírito de confusão sem estar em harmonia com a Palavra de Deus. A profecia que é a revelação da palavra tem o objetivo de edificar, encorajar e consolar os membros da igreja local. Se a mensagem pregada ou ensinada entrar em conflito com os ensinos das Escrituras, ela não vem do Senhor. Tenha precaução com aqueles que vêm com esse tipo de profecia: (assim diz o Senhor, o Senhor manda te dizer, Deus está me revelando agora) e outras mais. Se esse pregador não está embasado dentro da Palavra, não de crédito a ele, pois é ele que está se usando para manter um status de profeta, que na realidade é falso.

Elaborado Pelo Pastor Adilson Guilhermel

sexta-feira, 21 de agosto de 2020

AS CAUSAS DA DESUNIÃO DEVEM SER ELIMINADAS

 Lição 8: AS CAUSAS DA DESUNIÃO DEVEM SER ELIMINADAS

Texto Áureo: “Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!” (SI 133.1)
Leitura Bíblica em Classe: Neemias 5.1,6-12 

Introdução: A igreja corpo nos seus primórdios vivia em uma unidade que a fortalecia sobremaneira e isso deveria seguir em sua continuidade a qual não deveria ser interrompida. Mas, com o tempo, essa unidade que teve um início exemplar, acabou por se aprofundar em uma história triste de rivalidade e divisão, e nos dias de hoje, a situação não é muito melhor, pelo contrário, cada vez fica mais dividida e mais triste ainda, a rivalidade é existente. Na história do povo de Israel, aprendemos que eles passaram por períodos de muita união e períodos de desunião e com o tempo prevaleceu a desunião, o que permitiu o seu enfraquecimento como nação, passando a ficar sob jugo de nações dominantes. A igreja em si, por falta do conhecimento verdadeiro da palavra de Deus, parece que ignora que é um único corpo espiritual cujo cabeça é Cristo; lembrando que Deus disse que o Seu povo israel pereceu por falta de conhecimento. Como cristão passamos pelo mesmo nascimento espiritual; adoramos o mesmo Deus; proclamam a mesma mensagem do evangelho e estamos caminhando para a mesma pátria celestial e no entanto existe o absurdo de rivalidades, que provoca desuniões, com demonstração de espírito faccioso.
1. Não é possível haver união quando os pobres são explorado pelos mais ricos.
Neemias 5.1 – Foi, porém, grande o clamor do povo e de suas mulheres contra os judeus, seus irmãos. Neemias 5.6 – Ouvindo eu, pois, o seu clamor e essas palavras, muito me enfadei.
O maior problema que a igreja enfrentou e continua enfrentando em nossos dias, não é as ameaças externas o que não seria surpreendente, mas o que é surpreendente é as ameaças internas, pois isso provoca a desagregação entre os irmãos. Isso aconteceu entre os judeus que retornaram do cativeiro babilônico e nesse retorno vieram tanto os mais abastados, como também os menos abastados. Os que possuíam posses financeiras não eram liberais com as suas posses, muito pelo contrário, eles a usavam para tirar proveito dos que passaram a viver na pobreza. Nesse caso eles emprestavam recursos com juros altos, o que dado as condições financeiras dos endividados era difícil cumprir o pagamento das dívidas. Desse modo esses agiotas acabavam tomando propriedades, como também escravizando os que não conseguiam pagar as suas dívidas.
2. Ninguém pode pensar que fazendo a obra de Deus está acima de repreensão.
Neemias 5.7– E considerei comigo mesmo no meu coração; depois, pelejei com os nobres e com os magistrados e disse-lhes: Usura tomais cada um de seu irmão. E ajuntei contra eles um grande ajuntamento. Neemias 5.8 – E disse-lhes: Nós resgatamos os judeus, nossos irmãos, que foram vendidos às gentes, segundo nossas posses; e vós outra vez venderíeis vossos irmãos ou vender-se-iam a nós? Então, se calaram e não acharam que responder.
A situação que envolvia esses conflitos estava se tornando insustentável e foi necessário a intervenção do Governador Neemias para pacificar os conflitos e colocar ordem para que essa desunião não prosseguisse. Neemias exortou os aproveitadores e os demoveu a devolverem os bens bens adquiridos ilicitamente aos seus respectivos donos. Essa ordem de Neemias foi necessária para o bem da paz em Jerusalém e para que essa desunião fosse revertida, pois não era algo agradável ao Senhor que os irmãos vivessem em desunião. Também um judeu que defrauda o outro, só alcançaria o perdão divino, se ele restituísse tudo que havia subtraído de uma forma ilegal e contrária a lei. Zaqueu, depois do encontro com Jesus reconheceu a sua desonestidade e arrependido se comprometeu a restituir quatro vezes mais o que ilicitamente subtraiu. Foi quando Jesus disse: hoje houve salvação nesta casa. O crente que tem dívida com alguém, ou adquiriu desonestamente algum bem ou dinheiro, se não restituir o que tomou, ele passa a ficar com a sua salvação comprometida. Não adianta pedir perdão a Deus pela sua dívida, pois o perdão só será concedido se pagar o que deve. Na realidade quem estava com dívida, não era quem tomou o dinheiro emprestado e sim os que emprestaram, pois o fizeram com usura, pois a agiotagem é crime.
3. É um pecado grave quando se desonra o nome de Deus através de escândalos.
Neemias 5.9 – Disse mais: Não é bom o que fazeis: Porventura, não devíeis andar no temor do nosso Deus, por causa do opróbrio dos gentios, os nossos inimigos? Neemias 5.10 – Também eu, meus irmãos e meus moços, a juro, lhes temos dado dinheiro e trigo. Deixemos este ganho.
Os implicados aproveitadores diante da repreensão de Neemias, pela sua desumanidade com os seus irmãos judeus, não tiveram o que argumentar no sentido de alcançar alguma justificativa. Nesse caso foram constrangidos a consertarem a situação sem discussões para que tudo fosse resolvido consensualmente e com isso evitar que o caso viesse repercutir junto aos povos vizinhos, o que seria uma vergonha nacional.
4. Quem teme ao Senhor tem o desejo de honrá-lo diante dos que não creem Nele.
Neemias 5.11 – Restituí-lhes hoje, vos peço, as suas terras, as suas vinhas, os seus olivais e as suas casas, como também o centésimo do dinheiro, do trigo, do mosto e do azeite, que vós exigis deles. Neemias 5.12 – Então, disseram: Restituir-lho-emos e nada procuraremos deles; faremos assim como dizes. Então, chamei os sacerdotes e os fiz jurar que fariam conforme esta palavra.
Não existe nada de errado em emprestar dinheiro, o que não é permitido pela palavra é fazer de uma forma que vai contra a Palavra de Deus e que não se explore os necessitados e desamparados, pois isso é um ato de grande maldade. Para garantir que eles cumprissem a devolução do que obtiveram ilicitamente ele tiveram que jurassem e se comprometesse diante dos sacerdotes. Neemias foi prudente em forçar a devolução através do juramento ao sacerdote, pois se alguém mudasse de ideia negando-se a cumprir o prometido, haveria de se entender diretamente com o próprio Deus, evocado ali como o executor da sanção contra aqueles que se revelassem infiéis ao seu juramento. A palavra do crente deve ser sim, sim e não, não, o que passa disso é de procedência maligna.

Elaborado pelo Pastor Adilson Guilhermel